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Posted by : Matheus Paulino 17/01/2017

Machine Messiah: 14º álbum de estúdio da banda foi lançado em 13 de janeiro, uma sexta-feira! Sinal de sorte?
Ouvindo o Machine Messiah pela primeira vez, pensei: Que começo mais chato! Aí fui para a segunda audição e: Caraca, que música é essa? "Machine Messiah" passou a ser minha música preferida do álbum, até agora. É aquela música que você, involuntariamente, começa a cantar o tempo todo.
O disco é impecável, do começo ao fim. É um dos melhores da carreira do Sepultura, sem dúvida. Destaco a já citada Machine Messiah, Phantom Self (que tem um clipe espetacular também), o belíssimo instrumental Iceberg Dances, Resistance Parasites e Vandals Nest (que entrada de batera foi essa, bicho?!). Enfim, é complicado achar uma ou outra música para se destacar. Tem que ouvir todo, sem pular nada!

Para ser sincero, passei a ser mais fã do Sepultura quando o Igor saiu e entrou o mestre Jean Dolabella que deixou dois (para mim) clássicos. Depois o Jean saiu, fiquei bem desapontado, mas aí veio o monstro, o melhor de todos os tempos, Eloy Casagrande. Ver esse cara tocando é surreal. Não é normal, literalmente, porque ele não toca aquela coisa padrão que a maioria esmagadora dos bateristas de metal faz. Ele é diferenciado, e sim, é isso que me faz gostar mais ainda da banda.
Em segundo lugar, o vocal do Derrick Green. Sim, é outro cara diferenciado, com vocal único. E dessa vez, o ponto alto ficou nos vocais limpos que ele fez no disco.
Aí você acha mesmo que eu gostaria de ver Igor e Max de volta? Não. Mesmo.
Obrigado, Sepultura, por mais uma obra prima!

Por Cássio Moret, baterista da banda Dazantiga e um amigo muito querido

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