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Posted by : cassiomoret 02/09/2013

Antes de qualquer coisa, quero agradecer ao meu amigo Matheus, pelo convite a colaborar com o Blog. Pra mim é mesmo uma honra participar disso aqui!


Uma pequena apresentação antes do que realmente interessa. De Mundo Novo/MS, 26 anos, por duas vezes comecei um curso superior, mas não concluí, portando não sou formado em porra nenhuma nada, apreciador de café e música boa, toco atualmente em duas bandas, apesar de ter passado por várias.

Pensei em alguns lançamentos pra falar, mas me deparei com um que, depois de algum tempo, me chamou a atenção. Vamos começar essa sessão com uma resenha inusitada, pra mim, pois não sou fã da banda, então a escolhi como um desafio, pra tentar fazer o texto mais sincero possível. Estamos falando do disco “Hail To The King”, o sexto álbum de estúdio do Avenged Sevenfold.



Abrindo com “Shepherd Of Fire”, começando com um tom sombrio, um riff de guitarra, seguido da bateria percussiva de Arin Ilejay, já acompanhada de Johnny Christ. A música segue com um casamento perfeito entre todos os instrumentos, principalmente quando se trata dos riffs e bateria, o que mais me chamou a atenção. Uma sequência de pedaladas que deu um toque bem interessante na música. O solo quase chega a ser o ponto alto, sendo muitíssimo bem elaborado. Ótima música pra se abrir o disco.

Na sequência, a música que eleva o título do álbum, que ao seu andamento leva a um riff bem legal, apesar de que a guitarra que fica ao fundo incomoda um pouco se você prestar atenção. O refrão salva, seguido de um coro bem empolgante. Realmente não gostei tanto das guitarras dessa música, com exceção do solo. Apesar de levar o título do álbum e ter um tema muito interessante, não é a melhor, nem de longe.

“Doing Time”, já me deu um alívio de início, por já começar bem melhor que a anterior e ter, até então, a introdução mais empolgante. Algo me levou a lembrar lá do álbum que estourava no momento, no ano em que eu nascia, 1987, mesmo que de longe. Uma ótima música, que já deu um clima mais legal ao disco.

Seguimos com “Sad But True”... Quero dizer, “This Means War”, que seria uma boa música, se não fosse a influência (plágio?) tão forte da anteriormente citada, do Metallica, que o título fez todo sentido.

“Requiem” começa com um coro em latim, seguida de um instrumental bem cadenciado, mas muito competente de todas as partes, inclusive o vocal de Shadows.

“Crimson Day” também vai te levar a lembrar novamente do disco negro, mas é só no começo, com uma timbragem bem parecida com a introdução de “Nothing Else Matters”, e tem uma condução bem cadenciada novamente. Talvez o momento mais frio do álbum.

Deixa eu frisar que não sou um cara muito apreciador de solos de guitarra, mas no caso desse CD, como disse antes, esse fator tem sido o ponto alto de algumas músicas, queira eu ou não.


“Heretic” já anima um pouco, mesmo sendo a primeira a lembrar mais o álbum antecessor. O clima começa a melhorar.


“Coming Home”, parece começar com um guitarrista em seus primeiros passos e a bateria segue na mesma linha de raciocínio. A música se desenvolve bem, deixando cair no esquecimento aquele começo chato. É um som bem diferente do que você está acostumado a ouvir da banda. Como em boa parte do disco, o solo deu um upgrade na música. Ao final, Arin volta a pedalar, lembrando a primeira música, e fechou muito bem.

“Planets” já começa bem mais interessante que as quatro anteriores. No decorrer, se você estiver ligado e com o som alto, será levado involuntariamente a bater cabeça. As notas usadas no final do refrão somados a pegada de Arin, deram um toque muito especial. A música termina muito bem, me levando gostar bastante dela. Finalmente o mais novo integrante se destaca no disco.


Estamos chegando ao final do álbum, e você percebe isso facilmente ao começar “Acid Rain”. Aí está uma ótima balada pra se fechar o disco com a famosa chave. Aqui Shadows se destaca facilmente. Ótima música!

Pensei que faria a resenha sem fazer menção alguma ao tão idolatrado antigo baterista, que, infelizmente,  faleceu em 2009, mas aí está a faixa-bônus, presente na versão Deluxe, em homenagem ao cara. Mais uma que lembra um pouco o estilo que consagrou a banda. Uma boa música, com uma boa letra. Realmente uma homenagem muito válida! 

Gostei muito do começo do disco. No meio ele esfriou legal, se recuperou, mas não chegou a ter alguma música que supere as primeiras.

Arin Ilejay é o mais novo funcionário de uma grande empresa, que entrou e fez seu trabalho, como deveria ter feito. Não foi destaque, mas não era pra ser. Cumpriu seu dever e muito bem. 



M. Shadows tem um vocal muito competente, e marca registrada da banda.



Não tem como não dar os créditos de destaque para a dupla de guitarristas, Synyster Gates e Zack Vengenance.

Johnny Christ mais uma vez é o membro que menos “aparece” no disco, mas está lá, e bem feito.

Me desculpem, amigos mais xiitas, mas aí está um bom disco de heavy metal, que você pode curtir tranquilamente em alto e bom som. 

Na minha opinião, é o melhor trabalho do Avenged Sevenfold, que trouxe influências, mesmo que, em momentos, exageradas, de bandas como Metallica, Megadeth e até mesmo Black Sabbath. 

Nota: 7,5

Cássio Moret








{ 1 comentários... read them below or add one }

  1. Muito boa análise, eu também achei o mesmo sobre as fortes influências do Metallica, mas com certeza um ótimo album. Valeu.

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